terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Toda sociedade é o reflexo do que joga fora, o Brasil joga oportunidades.


O Brasil já não é considerado um país do Terceiro Mundo. Faz parte do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China, os “países em desenvolvimento”. Nossa economia nos leva  ao agora não tão glorioso  Primeiro Mundo, esse mesmo, que inclui os mais ricos, como Estados Unidos e países do bloco europeu. Espero só que, quando entrarmos finalmente para o mundo dos ricos/desenvolvidos,  não tenhamos que aturar a decadência de todos esses povos nobres que, ainda, mesmo estando em situação de pena, insistem em nos rejeitar.
Pensando nessa corrida para a supremacia que merecemos, vejo notícias edificantes. No Rio, por exemplo, a Justiça deu um ultimato típico de um povo civilizado: em cinco meses, a prefeitura terá que substituir as atuais lixeiras de rua, e distribuir as novas em cinco cores diferentes. E especifica: azuis para papel e papelão; vermelhas para plásticos em geral; verdes para vidro; amarelas para metais e marrons para dejetos orgânicos.
Mas quando olhamos às ruas de todas as outras cidades brasileiras, tomamos um choque de terceiro mundo, há cidades com gigantes déficits de recolhimento do lixo, e ainda se persiste o grande problema dos depósitos desse material, que fica normalmente exposto ao ar livre, ao invés de estar servindo de matéria prima para a produção de biogás, função que o lixo, ou melhor, resíduos dos países realmente desenvolvidos executam.
E ainda há o obstáculo/oportunidade da reciclagem de lixo, que oferece sub-empregos em todo o país e busca na recolocação dos materiais já utilizados na linha de produção. O que é oportunidade de lucros para várias empresas é problema ao poder público, que poderia montar de maneira estatal, uma empresa de reciclagem de resíduos, o que resolveria o problema nos mais plurais aspectos do problema.
Fica a dica, aos empreendedores de plantão.

Um comentário: