O Brasil já não é considerado um país do Terceiro Mundo. Faz
parte do BRIC – Brasil, Rússia, Índia e China, os “países em desenvolvimento”.
Nossa economia nos leva ao agora não tão
glorioso Primeiro Mundo, esse mesmo, que
inclui os mais ricos, como Estados Unidos e países do bloco europeu. Espero só
que, quando entrarmos finalmente para o mundo dos ricos/desenvolvidos, não tenhamos que aturar a decadência de todos
esses povos nobres que, ainda, mesmo estando em situação de pena, insistem em nos
rejeitar.
Pensando nessa corrida para a supremacia que merecemos, vejo
notícias edificantes. No Rio, por exemplo, a Justiça deu um ultimato típico de
um povo civilizado: em cinco meses, a prefeitura terá que substituir as atuais
lixeiras de rua, e distribuir as novas em cinco cores diferentes. E especifica:
azuis para papel e papelão; vermelhas para plásticos em geral; verdes para
vidro; amarelas para metais e marrons para dejetos orgânicos.
Mas quando olhamos às ruas de todas as outras cidades
brasileiras, tomamos um choque de terceiro mundo, há cidades com gigantes
déficits de recolhimento do lixo, e ainda se persiste o grande problema dos
depósitos desse material, que fica normalmente exposto ao ar livre, ao invés de
estar servindo de matéria prima para a produção de biogás, função que o lixo,
ou melhor, resíduos dos países realmente desenvolvidos executam.
E ainda há o obstáculo/oportunidade da reciclagem de lixo,
que oferece sub-empregos em todo o país e busca na recolocação dos materiais já
utilizados na linha de produção. O que é oportunidade de lucros para várias
empresas é problema ao poder público, que poderia montar de maneira estatal,
uma empresa de reciclagem de resíduos, o que resolveria o problema nos mais
plurais aspectos do problema.
Fica a dica, aos empreendedores de plantão.

Ótimo!
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